quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Dia 2

Bom, pensei um bocado no que escrever nessa segunda postagem. Como não me veio a cabeça bosta alguma (geralmente ela nos vem em outros lugares ^^) vou deixar aqui um dos textos que escrevi durante meu delírio mais recente:

"Quando se cria estórias, o melhor é o deliciar da golada cheia de possibilidades que norteiam relatos onde surge o suspense, o interesse, e onde a imaginação ganha forma, fica corpulenta, massificada, tenra, ao se adicionar os ingredientes condizentes às requisições. Você é dono dela. Conhece os detalhes, dá as cartas, antevê as cenas para que sejam transpassadas aos leitores que, de forma peculiar e expansiva, tentam recriá-las, idealizando-as desfocadas em suas mentes, para que, com os sucessivos acontecimentos, elas venham se modificando, adicionando qualidades. Subtraindo-as. É como se sentir Deus. Os mais perversos nos envolvem na trama para apunhalarmos à socos em boca de estômago quando nos revelam protagonistas, que, por ora, após acompanhá-los torcendo por sua sorte, são verdadeiros traidores, corruptos, sanguinários, que em berço de simulações ancoram embarcações de trambiques."                                                                 T.C.

Não o conclui ainda... O engraçado é que quando leio meus textos depois do frenesi entendo quase nada :x
Beijos a vocês, desocupados ;*

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